O Melhor do Caribe: St Maarten

Colonizada por holandeses e franceses, esta ilha do Caribe está dividida em dois lados, com moedas, línguas e costumes diferentes. Em comum eles têm charme, gente bonita, hotéis de luxo, lojas de grife, gastronomia sofisticada e uma infinidade de atrações culturais e naturais que consolidaram Sint Maarten – do lado holândes – e Saint Martin – do lado francês -, um dos destinos mais completos e badalados do Caribe. São 37 praias, 14 cassinos e mais de 400 restaurantes, e não por acaso, o cenário para os mais diversos eventos. Festas, música, gastronomia, esporte, carnaval. Tudo acontece em St. Maarten.

De festival em festival
Considerada a “Las Vegas” do Caribe, St. Maarten é um dos destinos turísticos mais procurados do Caribe. E a comparação com a cidade americana é bastante simples: estar em St. Maarten é como visitar vários lugares no mundo ao mesmo tempo. Dividida em dois lados – um de possessão holandesa e o outro de colônia francesa – esta pequena ilha respira nacionalidades e culturas que se misturam nos primeiros dias de estadia.

Aqui, o turista vai descobrir atrativos naturais, sim, mas também muita diversão. Festa para todos os gostos, festa que não termina nunca! O clichê mar azul, transparente, calmo seria pouco para descrever seus encantos. A ilha oferece dezenas de outras opções para compras, para quem gosta de vida noturna, de bons restaurantes ou de arriscar a sorte nos cassinos. St. Maarten é apenas uma ilha, mas é cosmopolita ao mesmo tempo.

Do lado holândes, a capital Philipsburg evoca certa atmosfera de “capital do mundo” e surpreende os seus visitantes. Lá se fala inglês, tudo é cobrado em dólares e a principal área comercial da cidade, Front Street, abriga dezenas de lojas elegantes e de grife com preços que podem sair até 50% mais baratos, devido à zona franca, um dos atrativos da ilha. Lá também estão todos os cassinos existentes, como o Royale, que se promove como o maior da ilha, e o Coliseum, com três andares de diversão para os apostadores. Na porção francesa, a atmosfera caribenha dá lugar à elegância européia. Marigot – a capital – abriga mansões e casas de veraneio e é o point de celebridades e magnatas. O único shopping center da ilha está lá, assim como a praia mais famosa, a Orient Bay, única praia naturista da ilha – roupa por lá é opcional.

St. Maarten é diferente de todo o resto do Caribe e, não por acaso, é o destino certo quando se fala em encontros. Conhecida como a “ilha dos festivais”, tem tradição em receber eventos. Durante todo o ano, eventos esportivos, principalmente regatas e competições náuticas, movimentam a vida de St. Maarten. Isso sem falar nas festas, como a comemoração do Fish Day, evento gastronômico, do Mardi Gras, carnaval francês, e da Enviro Week, uma semana de cuidados do meio ambiente – tudo muito festejado. em maio, o tradicional desfile de máscaras de origem européia, que em 2001 entra em sua 7ª edição, movimenta o lado holandês e encanta visitantes com sua dança de cores e atmosfera renascentista.

Considerada também a “capital da gastronomia” no Caribe, St. Maarten recebe o Flaavors of Sint Maarten Food & Wine Festival, evento que reúne os mais renomados chefs de cozinha internacionais, celebridades, e os melhores produtores de vinhos do mundo. A edição de 2010 aconteceu em novembro com aulas demonstrativas, jantares e degustações. Tudo no melhor cenário: praias paradisíacas e hotéis de luxo “pé na areia”. Celebrado no French Cul de Sac, o Fish Day Festival (maio) também celebra a gastronomia local. É um dia inteiro de muita música, dança e, claro, estandes com pratos locais.

Como no Brasil, a festa mais esperada e badalada em St. Maarten é o carnaval. E para surpresa de qualquer bom folião brasileiro, o carnaval de lá não deve em nada ao nosso brasileiro. Ao som de calypso, reggae e zouk, os ritmos locais, milhares de pessoas dançam e brindam à vida. Os desfiles de carros alegóricos também acontecem, não tão majestosos como os que assistimos aqui.

Na “ilha dividida”, a festa ocorre em duas épocas diferentes. No período da Quaresma – mesma data da festa brasileira – é a vez do carnaval francês, quando as ruas de Marigot e Grand Case são tomadas por pessoas fantasiadas, desfiles e apresentações musicais. Em abril, uma grande festa toma conta das ruas de Philipsburg, no lado holandês. São 17 dias de pura alegria e muito fôlego. Além dos desfiles, a disputadíssima competição de “rei e rainha do calypso” animam os foliões. No Jump Up Casino, ainda na capital, é possível visitar uma exposição sobre os antigos carnavais.

No movimentado calendário, St. Maarten ainda tem uma Feira do Turismo e uma Feira do Livro, entre outros festivais de música, eventos esportivos, folclóricos e gastronômicos.

O que você deve saber
Não deixe de incluir Orient Beach (ou Orient Bay) no seu roteiro. A praia de nudismo no noroeste da ilha é paradisíaca e quem não quiser tirar a roupa também pode visitá-la.

Os táxis não cobram muito, mas alugar um automóvel é uma boa opção para explorar os dois lados da ilha. Para os mais animados, uma sugestão é caminhar à beira-mar pela orla das baías.

O jogo é permitido em St. Maarten. Na ilha, o point é o Coliseum Princess Casino, uma casa de três andares, localizada em Philipsburg, a cerca de 3 km do aeroporto, toda decorada com atmosfera romana antiga. O maior cassino, no entanto, é o Royale, em Maho Village.

O porto A.C. Wathey Pier está cotado entre os “dez mais” para destinos para cruzeiros no mundo. Com instalações modernas, possui boulevard e área para passeio à beira-mar.

A ilha oferece passeios para todos as idades e gostos. É possível praticar snorkeling, passear de bicicleta, fazer trilhas ou velejar. Outra opção é o passeio de dia inteiro para ilhas vizinhas. De Dawn Beach, há vistas incríveis para Guana Bay e St. Barths. Difícil resistir ao passeio até lá.

Para comer há várias opções como o Skip Jack’s, considerado o melhor restaurante de frutos do mar da ilha. Também tem o The Stone Restaurant que serve frutos do mar grelhados em pedras vulcânicas. Com vista para a Great Bay, o Chesterfields Waterfront Restaurant & Bar é um dos mais tradicionais restaurantes de Philipsburg.

À noite, o bar “pé de areia” Cabana Beach Bar & Restaurant serve drinks tropicais e com música ao vivo. O Tantra, Rhine Road oferece um ambiente temático com pistas de dança para shows w festas. O Bliss, Bacon Hill Road 2 tem festas temáticas e música típica até o amanhecer.

Para visitar, o Ecoxtreme – The Fly Zone – Circuito de tirolesa e arvorismo para adultos e crianças a partir de 8 anos. Para os menores, ainda há o circuito especial “Little Tarzan”, com instrutores e monitoramento especial. O local conta com restaurante. The Butterfly Farm com centenas de borboletas, de todo o mundo, voando livremente. Conta com visita guiada que mostra o ciclo evolutivo de ovos microscópicos e lagartas exóticas. No início da manhã é possível assistir ao “nascimento” de uma borboleta. Dispõe ainda de jardim tropical e piscina com peixes japoneses. Vast Simpson Bay Lagoon foi eleito o paraíso para os amantes do wake-boarding. Bem protegida do vento, a lagoa oferece uma superfície ideal para a prática do esporte, mesmo para os iniciantes. Para os mais experientes, um curso de slalom foi criado aumentando as opções de evolução. No lado holandês, na estrada para o aeroporto.

Para compras o Shop N Drop Grocery que é especializado em produtos típicos locais, com entregas diretamente nos hotéis. No Maho Village você encontrará mais de 40 butiques de grifes internacionais com produtos diversos e livres de impostos.

O inglês é a língua predominante, embora o holandês seja considerado idioma oficial de Sint Maarten e o francês a língua oficial de St. Martin. Além disso, o francês crioulo, o espanhol e o papiamento também são falados na ilha.

O lado holandês não exige visto para brasileiros. Mas, se o vôo fizer escala em Miami, é preciso ter visto americano. É obrigatório a vacina contra a Febre Amarela e deverá ser tomada 10 dias antes do embarque.

A melhor época para viajar é em todo o ano, com temperatura média de 22°C a 29°C.

O Melhor do Caribe: República Dominicana

Considerada uma das jóias do Caribe, a República Dominicana é muito mais que um destino de sol e mar. Dona de um dos mais sedutores litorais do mundo – são mais de 1,5 mil quilômetros de praias banhadas por águas em tons de violeta, verde e azul -, e não por acaso conhecida como a “República das Cores”, o país tem cenários e atrações que vão além das belas praias, que atraem visitantes de todos os gostos e perfis. Aqui, a palavra de ordem é conforto: o país conta com mais de 400 hotéis e resorts, com total exclusividade e que trabalham em sistema all inclusive, uma das marcas do turismo dominicano.

Caribe em versão família
O cenário paradisíaco da República Dominicana sempre foi referência para viagens de casais, em sua maioria em lua de mel, mas engana-se quem pensa que o perfil turístico do país é limitado a esse público. A ilha caribenha é um destino mais que completo, e oferece opções de roteiros e atrativos – naturais e culturais – capazes de encantar não só casais apaixonados, mas também viajantes aventureiros, grupos de amigos e famílias com crianças.

O grande diferencial – e a grande vantagem do turismo na República Dominicana – está na oferta de resorts que a ilha oferece. Ao todo são cerca de 400 opções espalhadas por toda a ilha.

Exclusivos e com perfis de serviços diferenciados, os empreendimentos oferecem não só conforto e preços acessíveis, mas também uma gama de atrativos e opções de lazer, que vão desde clubes infantis e juvenis temáticos, parques aquáticos, serviços especializados e ao gosto de adultos e crianças, até pacotes “luxo para famílias”, com tudo que pais e filhos podem desejar. Não à toa, o número de brasileiros que visitou a República Dominicana, no primeiro semestre de 2010, cresceu mais de 95% em relação a 2009, segundo o Banco Central da República Dominicana, somando 20.357 turistas.

A porta de entrada para explorar a ilha é a capital Santo Domingo –  a primeira cidade das Américas é uma atração por si só -, rica em patrimônios históricos-culturais da época de Cristovão Colombo, e merece uma visita. A capital dominicana é também ponto inicial para se chegar às praias e aos resorts, que se espalham pelas costas Norte, Sul, Oeste e Leste, sendo esta última a mais estruturada e o destino certo para férias em família.

Na porção leste da ilha, a estrela é Punta Cana. A região conta com mais de 4 km de faixa litorânea e mais de 30 resorts “pé na areia”, dotados de tamanha infraestrutura de serviços e lazer que fica praticamente impossível sair deles. Além do conforto, do sistema all inclusive – que inclui refeições, bebidas à vontade – e das atrações oferecidas nas instalações dos próprios resorts, os empreendimentos contam ainda com a oferta de passeios pelos atrativos naturais e culturais da região. Passeios de barco e lanchas para observação da vida marinha, com snorkel ou cilindro nas praias de Juanillo e El Cortecito, esportes radicais e náuticos, passeios de catamarã pela Isla Saona e visitas a cachoeiras são apenas algumas das atividades.

O que você deve saber
A língua oficial no país é o espanhol, mas nos resorts o visitante será recebido em inglês. Todos os funcionários falam o idioma.

O rum é a estrela nacional. Mas, ao se hospedar em sistema all inclusive, certifique-se de que estão inclusas bebidas produzidas fora do país. A diferença de preço é pequena e esse detalhe faz toda a diferença.

O charuto dominicano é tão saboroso quanto o cubano. Podem ser encontrados no centro histórico, e com roteiro turístico específico, é possível conhecer as charutarias de Santiago e apreciar os produtos nacionais. As marcas mais famosas são a Bundle, Cohiba, Cuesta Rey, Davidolf e Romeo y Julieta. Todos são distribuídos para o mercado internacional e podem ser encontrados no Brasil.

Outro produto típico dominicano é o âmbar, que é vendido como jóias em forma de colares, anéis e brincos. Encontrado na costa norte do país, o âmbar é uma resina fóssil de leve transparência, que dá o seu nome à cor e que muitas vezes guarda fósseis de insetos em seu interior. Apesar da grande produção no país, é importante ficar atento à falsificações. Para garantir, o local indicado para a compra da pedra é na loja que fica dentro do Museu do Âmbar.

O que visitar
Mercado Modelo de Santo Domingo é o melhor local para encontrar artefatos típicos como objetos fabricados à mão, pinturas, tabaco, e garrafas do famoso rum dominicano.

O Aquário Nacional merece uma visita, especialmente se a viagem inclui crianças. Há um túnel de cristal de onde se pode contemplar tubarões do mar do Caribe.

Parque Nacional Los Tres Ojos, com 3 lagoas dentro de cavernas subterrâneas utilizadas por índios que habitavam a ilha antes da chegada dos espanhóis.

Isla Saona localizada próxima a Bayahibe e a 1h30 de Punta Cana. Passeio de catamarã com paradas para mergulho no aquário natural com almoço e bebidas inclusos. É possível fazer o passeio VIP, com parada em parte exclusiva na ilha e almoço incluso, com frutos do mar e lagostas.

Isla Catalina. Passeio semelhante ao da Isla Saona, com ênfase no mergulho de snorkel. Alguns tours incluem a passagem por Altos de Chavón, que é a chamada “Cidade dos Artistas” e é uma vila em estilo medieval, construída sobre o Rio Chavón. Abriga ateliês de arte, um Centro Cultural e o Museu Arqueológico Nacional.

Tropical Storm é um passeio de catamarã pela costa de Bávaro, com parada em piscinas naturais. Comida e bebida inclusas. Existem também saídas no final da tarde, para contemplação do pôr-do-sol.

Dolphin Island é uma plataforma flutuante no meio do mar onde é possível nadar livremente entre golfinhos, com máscara e snorkel.

Manati Park é um divertido parque temático em Bávaro, com várias opções de lazer e compras, como: jardins tropicais, minizoológico, espetáculos folclóricos, réplica de aldeia indígena e feira de artesanato.

Marinarium é um passeio de meio dia em um navio com fundo de vidro, por um parque marítimo próximo à praia de Cabeza de Toro. Parada para mergulho de snorkel e ainda há possibilidade de nadar com tubarões. O passeio termina com banho numa piscina natural na área da reserva de Cabeza de Toro.

A melhor época para visitar é a ano todo que tem uma temperatura média de 28°C, porém de agosto a novembro existe o risco de tubarões. Não é obrigatório o visto para brasileiros. O formulário de imigração e a tarjeta de turismo no valor de US$ 10, deve ser adquirido diretamente no aeroporto de chegada no país. Não é obrigatória a Vacina contra a Febre Amarela, mas é recomendada.

O Melhor do Caribe: Porto Rico

Desde 1898, Porto Rico pertence aos Estados Unidos. Com isso, conseguiu reunir o melhor de “dois mundos”: a latinidade dos fundadores espanhóis e a visão de futuro dos empreendedores saxônicos.

Hoje, as majestosas construções de seus colonizadores são encontradas  em estado de preservação ímpar, possível apenas com muito planejamento – e investimentos. Os bons resultados dessa fusão aparecem nos idiomas oficiais de Porto Rico, inglês e espanhol, na cozinha que mistura sem medo temperos e na simpatia e educação de um povo que reconhece no turismo uma de suas mais importantes fontes de renda.

À prova do tempo
É de tirar o fôlego. À primeira vista, a muralha que protege Viejo San Juan, centro histórico da capital de Porto Rico, hipnotiza. Impossível não suspirar. Mas não se engane: à segunda vista, o efeito é o mesmo. Do século 16, a muralha foi construída para proteger uma área de segurança militar. São 12 metros de altura e trechos com até 5,5 metros de espessura. Em seu interior, estão os protegidos quarteirões que formam a cidade colonial. Neles, as ruas de paralelepípedos azulados – trazidos nos galeões vindos da Europa, desde que Cristóvão Colombo chegou a Porto Rico, em sua segunda viagem às Américas, em 1493 – exibem construções centenárias invejavelmente preservadas.

Além do casario colonial, o visitante depara-se com outras jóias arquitetônicas, como o Convento de São Tomás de Aquino, na Plaza Quinto Centenário, e a Catedral de San Juan, que começou a ser construída em 1540. A Puerta de San Juan é a principal entrada pela muralha e o visitante encontra o Paseo de la Princesa, que deve ser percorrido com calma. No final, a fonte Raíces é um dos cartões-postais de Porto Rico, a segunda cidade fundada no Novo Mundo, logo depois de Santo Domingo, na República Dominicana. E o melhor: a cada nova esquina, descortina-se uma visão única da muralha que há 500 anos protege a cidade. Um sem-fim de fotos.

O que você deve saber
Como território norte-americano, Porto Rico tem o dólar como moeda oficial e a maioria da população fala inglês, além do espanhol.

Cassinos são um dos pontos altos de Porto Rico. Os melhores estão em alguns hotéis e vale apostar algumas moedas nessas visitas. É recomendável levar roupas mais formais para quem for aderir aos jogos.

Além da região metropolitana de San Juan, Porto Rico divide-se em outras cinco regiões: Norte, que tem Arecibo como destaque; Porta do Sol, conhecida pelas praias boas para o surfe; Porta Caribe, ao sul, com pequenas aldeias, como Guánica; Leste, endereço do Parque Nacional Yunque; e a região central, marcada pela cordilheira, que abriga cerca de 20 cidades.

Hospedar-se em San Juan, especialmente no interior da cidade amuralhada é uma boa opção, ams quem quiser ficar perto do centro pode escolher um hotel na região de Condado ou Isla Verde. Ainda próximo à capital, em Río Grande, encontram-se excelentes resorts “pé-na-areia”, ideal para quem quer privacidade.

Lua de Mel em Porto Rico é algo comum. O que está se tornando cada vez mais usual, também, é casar por lá. Tanto que há um site especializado em ajudar os noivos tanto nas questões burocráticas quanto em relação à escolha do local, decoração e afins. O endereço é http://www.wedaffairs.com

O que visitar
No norte da ilha, Arecibo tem um farol do período colonial e é endereço do maior radiotelescópio do mundo, que pode ser visitado. A 15 minutos de carro de San Juan, vale a pena visitar a Destilaria Bacardi que tem visitas guiadas. nas tardes de domingo, a Ruta de la Salsa, no Paseo de la Princesa, em Viejo San Juan, é o endereço certo para quem quer curtir música ao vivo.

Na ilha de Culebra, noroeste de Porto Rico, fica a praia Flamenco, que ganhou  fama ao ser considerada uma das cinco mais lindas do mundo. Para conferir, desembarca-se em Dewey, único povoado da ilha. Entre as muralhas preservadas, a Plaza de la Dársena é o endereço certo de uma das principais feiras de artesanato de Porto Rico.

A região de Ocean Park e Condado são endereços de centros de compras ao estilo americano, inclusive quando o assunto é “liquidação”. Entre as grifes, estão Gucci e Dior. A Plaza Las Américas reúne cerca de 300 lojas de variedades e o Prime Outlets é uma das opções de outlets presentes fora da área metropolitana de San Juan, em Barceloneta.

Todo o ano, a temperatura média é de 22°C no inverno e 29°C no verão, porém de agosto a novembro existe o risco de furacões. A vacinação contra a Febre Amarela não é obrigatória, mas recomendada. É necessário o visto americano.

O Melhor do Caribe: Jamaica

É fácil sentir-se em casa na Jamaica. De sorrisos largos, conversa fácil e muito contato físico – nos apertos de mãos, tapinhas e mesmo abraços para cumprimentar os viajantes -, os jamaicanos são um povo hospitaleiro, que demonstra alegria diante dos visitantes. Conhecida por ícones como a religião rastafári e o reggae, a Jamaica vai muito além disso, mantendo preservada a estrutura colonial, com casarões dos séculos 18 e 19, e apostando no turismo de sol e mar, com praias de tirar o fôlego e beneficiada por sol o ano todo. Não seria necessário muito mais que isso para garantir férias perfeitas, mas a Jamaica tem… Resorts de primeira qualidade, campos de golfe, parques onde é possível nadar com golfinhos e uma vida noturna que coloca qualquer um para dançar.

Rastafári: de religião a estilo de vida
Ela nasceu como religião, mas seus hábitos e práticas integraram-se ao dia-a-dia de seus seguidores, até converter-se em “estilo de vida”. Hoje, mesmo quem não acredita – ou não conhece – a doutrina rastafári, é seduzido pelo estilo, que teve o cantor jamaicano Bob Marley seu seguidor mais famoso. Primeiro, há de se entender que o movimento religioso surgiu nos anos de 1920, proclamando o imperador Hailê Sellasiê, da Etiópia – e a Jamaica do período colonial foi erguida à base de muita mão-de-obra escrava, com forte predominância de etíopes. Monoteístas, os rastafáris acreditam no deus único conhecido como Jah.

Compreendida a origem, vale destacar que o povo jamaicano é um povo de fé. Tanto que o Guiness Book inscreve a Jamaica como o país com mais igrejas por quilômetro quadrado. Há comunidades de rastafáris ao longo de toda a ilha. Vegetarianos e adeptos da maconha como forma de ritual, eles utilizam turbantes e roupas com as cores verde, vermelha e amarela – da bandeira da Etiópia, apesar da confusão com a própria bandeira jamaicana – verde, amarela e preta. Os cabelos rastafári – cheios de trancinhas, os drealocks – são bem comum na ilha, não apenas entre os seguidores da religião. Em Negril, na costa oeste da ilha, estão alguns dos melhores cabeleireiros, especialistas nos dreads. Para uma experiência “nativa”, vale voltar para o Brasil com as trancinhas, ainda que apenas um par delas…

O que você deve saber:
Os resorts, normalmente, adotam o sistema ultra all inclusives. Na prática, isso significa que o visitante não se preocupa com nada, nem mesmo gorjetas ou impostos. Tudo está incluído no preço pago.

Embora Kingston seja a capital, o principal aeroporto internacional do país está em Montego Bay.

A tentação de fotografar um rastafári ao deparar-se com um é grande, am controle-se. Eles não gostam de ser fotografados e o ideal é pedir permissão antes de fazer a foto.

Os dólares americanos são amplamente aceitos, mesmo nos mercados de rua. O câmbio nesses lugares, no entanto, nunca será favorável ao visitante, então vale trocar algum dinheiro por dólares jamaicanos, especialmente para compras de menor valor.

Além do inglês como idioma oficial, a Jamaica adota a mão inglesa no tráfego de veículos. Quem não tme problemas com isso, pode alugar um carro para percorrer livremente a ilha. O trânsito é simples e bem sinalizado.

O que visitar:

Bamboo River Rafting – rafting pelo rio Martha Brae, em Montego Bay.

Dophin Cove – parque aquático à beira-mar para nadar com golfinhos, tubarões, arraias. Fica em Ocho Rios.

Rainforest Adventures – Em Ocho Rios, o endereço da aventura. Próxima ao Dunn’s River Falls até o alto da Mystic Moutain. Os atrativos são para todas as idades, em meio a preservada floresta que lembra a mata atlântica brasileira. Além das atrações de aventura, como canopy e tirolesas, há concertos e espetáculos com ritmos jamaicanos e caribenhos.

Margaritaville Ocho Rios – o complexo de entretenimentos tem atividades para o dia e a noite. Restaurantes e o bar Margaritaville fazem do complexo um dos mais animados da ilha.

A temperatura média é de 28°C, porém de agosto a novembro existe o risco de furacões. É obrigatória e deverá ser tomada 10 dias antes do embarque para a Ilha.

O Melhor do Caribe: Curaçao

Basta pisar na capital Willemstad e perceber porque esta ilha do Caribe é diferente de todas as outras.

Conhecida como a “ilha das cores”, exprime toda beleza e simpatia em cenários surpreendentes que conquistam o visitante quase imediatamente. Tem céu azul o ano inteiro, 38 praias, 15 cassinos e mais 60 pontos de mergulho com corais em tons alaranjados. Para compeltar esse “arco-íris”, a capital conta com casarios preservados, numa espécie de Amsterdã caribenha, tombados pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Prove sua bebida típica, o curaçao blue, e tenha certeza. Curaçao é toda alegria!

Mergulho para todos
É roteiro obrigatório: não deixe de mergulhar em Curaçao. Na ilha, a visibilidade média submarina é de cerca de 30 metros, consolidando o destino como um dos melhores locais para mergulhar no Caribe. Mesmo para os viajantes mais tradicionais, que não se aventuram em explorar grandes profundidades, a prática de flutuação – snorkeling – na superfície já é uma experiência imperdível. Curaçao tem mais de 60 pontos de mergulho em sua costa, com cerca de 57 espécies de corais, em tons alaranjados, e mais de 500 espécies de peixes.

Budiões azul, peixes-anjo, meros, arraias, moréias, barracudas e diversas outras espécies de peixes fazem companhia aos mergulhadores, sejam eles “de primeira viagem” ou não. Mas isso é só uma amostra de tudo aquilo que se pode ver no fundo das águas transparentes de Curaçao. Lagostas, estrelas do mar, camarões, caranguejos, anêmonas, cavalos marinhos e até tubarões fazem a festa dos visitantes.

Por toda ilha, é possível alugar equipamentos de mergulho e flutuação, a partir de US$ 20, e muitos hotéis os oferecem para seus hóspedes. Existem programas especiais para mergulhadores mais experientes, e outros sob medida para familias com crianças, que incluem snorkeling e refeições. Alguns tours também oferecem mergulhos noturnos e a opção de pernoite a bordo. Para todos os gostos e perfis.

O que voce deve saber
O famoso curaçao blue nem sempre é azul. na ilha você encontra versões em amarelo, vermelho, verde e até branco. É possível visitar a destilaria do licor e participar de degustações.

Nos arredores de Willemstad, em suburbios como Scharloo e Pietermaai, classificados como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, estão concentrados so casarios coloniais. Já no centro da capital do país, é possível encontrar o melhor do entretenimento.

Curaçao tem excelentes praias para a família, com estrutura completa e atividades para crianças. Algumas como Sea Aquarium Beach e Playa Forti, dispõem de equipe recreativa, espaço para brincadeiras, aulas de natação no mar, snorkeling e até trampolim, além de bares e restaurantes.

O povo de Curaçao é bastante amistoso e sociável. Por isso, não se surpreenda se alguém lhe agitar a mão e lhe dizer amistosamente; “Bon Bini!” (bem-vindo!) ou “Kon ta bai?” (Como vai você?). São os cumprimentos no dialeto local.

Para comer, o Scampis Eet Café serve pratos com base em frutos do mar; o Fishalicious é especializado em mariscos e o Avila Blues Bar serve cozinha internacional. À noite, o Mambo Beach que fica a beira-mar, tem festas que duram até o amanhecer. O Blues Jazz Bar e Restaurant tem comida e bebida de boa qualidade.

Curaçao é zona livre de impostos e por isso uma ótima opção para compras. Em Willemstad e Punda é possivel encontrar produtos de grife e populares, desde eletrônicos, roupas e jóias, com preços acessíveis. No entanto, o point das compras na ilha é a Breendestraat, em Otrobanda.

Para visitar

Marsche Bieuw. É o mercado central da cidade e um dos melhores lugares para passear e provar a comida local. As porções são generosas e os preços excelentes. fica em Punda.

Klein Curaçao. Ilha com praias de areia branca e formação de corais e colorida vida marinha. Meca para mergulhadores e banhistas. Fica  duas horas de barco da capital. As saídas acontecem todas as quartas, sextas e domingos, sempre pela manhã.

SeaAquarium. Construído dentro de uma reserva marinha natural. Oferece diversas opções de atividades, em especial para as crianças que tem a oportunidade de conviver com os animais ems eu ambiente natural.

A melhor época para viajar é o ano inteiro com temperatura média de 28°C, e com a vantagem de estar fora da rota dos furacões. A vacina contra a febre amarela não é obrigatória, mas é recomendada. Não é necessário visto para os brasileiros.